Come as you are! Para mim, escrever é a melhor maneira de significar. Gosto de escrever livremente; interagir com os fatos do meu cotidiano. O que é o fato? Ele existe? Este blog é para meus amigos, meus alunos e desconhecidos que por alguma razão vieram parar aqui...no Pineapple fields forever! Que vontade eu tenho de acreditar na eternidade!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O descobrimento
"There was happiness in his father's heart because of his son who was thirsty for knowledge"
terça-feira, 26 de julho de 2011
O descontentamento
"Siddhartha had begun to feel the seeds of discontent within him"
"Siddahartha had one single goal - to become empty, to become empty of thirst, desire, dreams, pleasure and sorrow - to let the Self die"
"Siddahartha had one single goal - to become empty, to become empty of thirst, desire, dreams, pleasure and sorrow - to let the Self die"
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Siddhartha, de Hermann Hesse
Hoje vou começar a refletir sobre o livro Siddhartha, escrito por Hermann Hesse. Li a primeira vez esse livro quando estava no 1º ano do Ensino Médio. Na época, ainda muito adolescente, lembro que o li muito rapidamente, na sala de aula mesmo, em alguns momentos de aula vaga. Alguma coisa na história de Sidarta me chamou a atenção. Aquele homem que andava mundo afora procurando respostas, buscando experiências com todos os tipos de pessoas e coisas me fazia lembrar de algum modo o meu heroi favorito desde a 7ª série; ele, o Holden Caulfield, de O Apanhador no Campo de Centeios (de J.D Salinger). Enfim, gostei do livro, apesar de na época as palavras significarem pouco para mim. Eu sabia que ali havia algo de muito precioso, mas teria eu que retornar uma próxima vez, para cultivar mais aquela terra, porque dali eu sentia que sairiam frutos, ou flores.
Isso foi aos 15 anos. Apesar de nunca ter esquecido desse título, a oportunidade para relê-lo somente surgiu semana passada quando encontrei Siddhartha na livraria Barnes & Nobles em Nova York. Não hesitei! É esse!
Siddhartha é mais que o retrato de uma jornada espiritual, é o retrato de um homem descobrindo a si próprio e enfrentando corajosamente o mundo e as diferenças. Sem preconceitos, sem conceber A Verdade a priori, Sidarta se abre para o mundo. Sedento pelo conhecimento, aprende a ouvir e a ser ouvido, aprende com o Budda, com as prostitutas, com as árvores e com os rios, para, por fim, ser capaz de tecer a sua própria filosofia de vida e conseguir o auto conhecimento.
E Hesse me fascina com o pensamento e a religião oriental.
Postarei todos os dias os fragmentos do livro que foram mais significativos para mim, os quais certamente dialogaram com todos aqueles que também têm dentro de si a semente do descontentamento...
terça-feira, 5 de julho de 2011
Poema by Chacal
"ART IS A GUARANTEE OF SANITY"
![]() |
| The two Fridas (1939) Para saber mais: http://miriamsmilesbox.blogspot.com/2011/03/artes-plasticas-frida-kahlo-pintora.html |
PINK FLOYD
Pink Floyd foi uma banda de rock britânica do século XX famosa pelas suas composições de rock clássico harmónico, pelo seu estilo progressivo e pelos espectáculos ao vivo extremamente elaborados. A origem do nome "Pink Floyd" deve-se à admiração do fundador Syd Barrett pela arte dos músicos Pink Anderson e Floyd Council, do blues.
É um dos grupos mais influentes na história do rock, além de um dos mais bem sucedidos, tendo vendido mais de 200 milhões de cópias de seus álbuns.[1][2] A produção The Dark Side of the Moon manteve-se no Top 100 Billboard de vendas durante mais de uma década. É também o grupo que mais tempo ficou nas paradas inglesas, ao todo são 911 semanas nas paradas.
Liderada pelo lendário cantor e compositor Syd Barrett, o grupo tinha um modesto sucesso na segunda metade da década de 1960 produzindo rock psicodélico. Problemas com as drogas, levaram a que Barrett fosse forçado pelos seus colegas da banda, a afastá-lo e substituí-lo pelo guitarrista e cantor David Gilmour.
Com a saída de cena de Barrett, o baixista e vocalista Roger Waters gradualmente tornou-se o líder e principal compositor do Pink Floyd. Esta fase foi marcada pela produção de álbuns conceituais como The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979) --- álbuns que obtiveram êxito mundial, foram aclamados pela crítica especializada e figuraram em listas dos mais vendidos e populares em vários países.
Mas após o álbum, The Final Cut, (1983), o grupo separou-se. Em 1985, Waters declarou que o Pink Floyd estava extinto, mas os demais membros - agora liderados por Gilmour, mais o tecladista Richard Wright e o baterista Nick Mason -, após uma ação judicial (português europeu) ou briga judicial (português brasileiro), retomaram a banda com o nome oficial e seguiram gravando e se apresentando - com grande sucesso comercial - e, finalmente, fecharam um acordo com Waters.
Em 2 de julho de 2005 e pela primeira vez em 24 anos, a formação mais clássica do Pink Floyd voltou a tocar, para a sua maior plateia, no concerto Live 8, em Londres, Reino Unido. Em 15 de Setembro de 2008, o tecladista Richard Wright morreu, pondo um fim no sonho de um possível retorno dos Pink Floyd.
Em entrevista concedida ao jornal italiano La Repubblica[3] no dia 3 de fevereiro de 2006, Gilmour indicava o fim do Pink Floyd, declarando que o célebre grupo não produzirá qualquer novo material, nem voltará a reunir-se novamente. No entanto a possibilidade de se fazer uma apresentação similar ao Live 8 não foi descartada tanto por Gilmour[4] ou Mason.[5]
Wikipedia
É um dos grupos mais influentes na história do rock, além de um dos mais bem sucedidos, tendo vendido mais de 200 milhões de cópias de seus álbuns.[1][2] A produção The Dark Side of the Moon manteve-se no Top 100 Billboard de vendas durante mais de uma década. É também o grupo que mais tempo ficou nas paradas inglesas, ao todo são 911 semanas nas paradas.
Liderada pelo lendário cantor e compositor Syd Barrett, o grupo tinha um modesto sucesso na segunda metade da década de 1960 produzindo rock psicodélico. Problemas com as drogas, levaram a que Barrett fosse forçado pelos seus colegas da banda, a afastá-lo e substituí-lo pelo guitarrista e cantor David Gilmour.
Com a saída de cena de Barrett, o baixista e vocalista Roger Waters gradualmente tornou-se o líder e principal compositor do Pink Floyd. Esta fase foi marcada pela produção de álbuns conceituais como The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979) --- álbuns que obtiveram êxito mundial, foram aclamados pela crítica especializada e figuraram em listas dos mais vendidos e populares em vários países.
Mas após o álbum, The Final Cut, (1983), o grupo separou-se. Em 1985, Waters declarou que o Pink Floyd estava extinto, mas os demais membros - agora liderados por Gilmour, mais o tecladista Richard Wright e o baterista Nick Mason -, após uma ação judicial (português europeu) ou briga judicial (português brasileiro), retomaram a banda com o nome oficial e seguiram gravando e se apresentando - com grande sucesso comercial - e, finalmente, fecharam um acordo com Waters.
Em 2 de julho de 2005 e pela primeira vez em 24 anos, a formação mais clássica do Pink Floyd voltou a tocar, para a sua maior plateia, no concerto Live 8, em Londres, Reino Unido. Em 15 de Setembro de 2008, o tecladista Richard Wright morreu, pondo um fim no sonho de um possível retorno dos Pink Floyd.
Em entrevista concedida ao jornal italiano La Repubblica[3] no dia 3 de fevereiro de 2006, Gilmour indicava o fim do Pink Floyd, declarando que o célebre grupo não produzirá qualquer novo material, nem voltará a reunir-se novamente. No entanto a possibilidade de se fazer uma apresentação similar ao Live 8 não foi descartada tanto por Gilmour[4] ou Mason.[5]
Wikipedia
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